Caso Para Reflexão:
- Senhor de 90 anos luta contra câncer há 10 anos e quer que o médico acaba com seu sofrimento
- Sofreu parada cardiorrespiratória: reanimar ou não reanimar?
- É preciso analisar se não há distúrbios psicológicos, como depressão
- Pelo tempo de tratamento, já deve ter havido debate sobre o tema com o paciente/família
- Sedação paliativa pode ser aplicada
- Existem sinais e protocolos passíveis de serem aplicados e percebidos para identificar a necessidade de reanimação e se o paciente estiver em processo de morte → melhor seria não animar → possivelmente seria entubado e poderia pegar infecção no hospital
Distanásia:
- Prolongar o processo de morte de um enfermo incurável de forma desproporcional e artificial → muitas intervenções sem benefícios, podendo causar mais danos
- Pode ser conhecida como “obstinação terapêutica”, “tratamentos fúteis e inúteis” e “encarniçamento terapêutico"
Eutanásia:
- Antecipação da morte de uma pessoa, de acordo com seu pedido, de maneira controlada e assistida por um especialista
- O médico, geralmente, administra substância letal para causar a morte
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- Tanto a Eutanásia, quanto a Distanásia, provocam a morte fora de hora
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Suicídio Assistido:
- Paciente recebe os meios para causar a própria morte e os utiliza por conta própria de forma controlada e assistida
Mistanásia:
- Morte miserável → fora ou antes da hora
- Geralmente, paciente quer viver, mas não consegue
- Exemplos: doentes que não chegam a ser pacientes, pois não conseguem acesso efetivo ao sistema de saúde; pacientes vítimas de má prática por motivos econômicos, científicos ou sociopolíticos